SIMCOGER 2007

Oportunidades e desafios à Geração de Energia Elétrica utilizando o bagaço e a palha da cana-de-açúcar: Análises comparativas de geração de energia elétrica a partir do bagaço e da palha da cana com outras formas de geração de energia – hidrelétrica, gás, eólica, nuclear. Viabilidade e Retorno de Investimentos e Mitigação dos Riscos
Luiz Otávio – Koblitz

01 - Parte - Energia Elétrica no Brasil
Faz uma análise geral da matriz Energética Primaria Brasileira, e do Consumo de Energia Elétrica no Brasil.
Mostrando o cenário atual e futuro da geração de energia no Brasil, e as sugestões para o crescimento dessa geração (Custo da Geração, Transmissão e Distribuição- Investimentos na Geração Distribuída - Potencial Existente com Geração Distribuída no Brasil), bem como um resumo da primeira fase do Proinfa e dos atuais leilões de fontes alternativas.

02 – Parte - Inserção do Setor Sucroalcooleiro no Sistema Elétrico Brasileiro.
Enfatiza quais os procedimentos para aumento da geração e excedentes no setor sucroalcooleiro. Concluindo a palestra, discute sobre investimentos necessários, faturamento, retorno bruto, e os pontos que podem melhorar o retorno no investimento em geração de energia.

Oportunidades de Comercialização de Energia de Fontes Alternativas de Geração
Dr. Dilcemar de Paiva Mendes – Superintendente da ANEEL

Geração de Bioeletricidade em Usinas
Onório Kitayama – UNICA

Regras CCEE para comercialização de Energia de Fontes Alternativas
Ricardo Marques Lisboa – Delta

Relacionamento das Usinas com as Distribuidoras
Clinger Luiz Barcelos Ferreira – CPF

Na questão do relacionamento das usinas com as Distribuidoras, existe a necessidade de contratos que regulam tanto o fornecimento de energia para a usina, como a exportação, venda de energia da usina para terceiros, serão tratados todos os aspectos legais envolvidos.

A CPFL Energia, além de comercializar energia no mercado livre, atua no suprimento de energia para as distribuidoras da holding e para outros agentes do mercado e comercializa serviços de valor agregado – SVA´s, através das linhas de produtos: Gestão de Ativos, Sistemas de Distribuição – Cabines e Postos de Transformação, Sistemas de Transmissão – Subestações e Linhas de Transmissão e viabiliza atividades de co-geração de energia. A empresa presta ainda consultoria em gestão de energia, desenvolve soluções em eficiência energética e realiza treinamentos para funcionários que lidam com gerenciamento de energia em suas corporações. É a única empresa do setor elétrico estruturada de modo a oferecer um pacote de soluções integradas extremamente competitivo – capaz de aumentar significantemente a eficiência dos processos produtivos de clientes cogeradores em qualquer lugar do país.

Novos Conceitos para Geração de Energia
Paulo Azzolini – TGM

Eletrificação do Preparo em Moendas de Cana em Usinas e Destilarias
Paulo Vizin - TGM

 

O Mercado de Carbono e o seu potencial para o financiamento de projetos de cogeração
Marcelo Duque - Eco Securities
O Protocolo de Quioto que obriga os paises desenvolvidos signatários de reduziram as suas emissões no período de 2008 até 2012, fato que tem gerado o chamado Mercado de Carbono. Neste mercado internacional negociam-se licenças de emissões como, por exemplo, os chamados Créditos de Carbono. Estes são gerados por projetos segundo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), empreendidos em paises em desenvolvimento. Hoje este mecanismo já contribui de forma fundamental para o atendimento das metas do protocolo de Quioto e para o desenvolvimento sustentável dos paises em desenvolvimento. Projetos de cogeração com biomassa, especialmente com bagaço de cana ou outros resíduos, tem contribuído significativamente para este sucesso e continuam sendo o principal potencial de geração de créditos de carbono. 

A palestra visa de descrever o cenário atual para identificar o potencial de ampliar os benefícios para projetos de cogeração. Serão apresentados os critérios e mecanismos vigentes, os problemas e riscos na estruturação dos projetos como também as perspectivas de comercialização. Finalmente apresentam-se estratégias para gerenciar os riscos e para maximizar os benefícios para os empreendedores dos projetos. 

Tópicos:
• O Mercado de Carbono e o potencial do MDL 
• Critérios e Procedimentos para desenvolver projetos de MDL 
• Gestão de riscos de mercado e projeto para maximização de valor
• Projetos de cogeração com biomassa – status e projeções

Validação de um Projeto de Certificação de MDL (PDD)
Fábio Alves – DNV

Shell e biocombustíveis: inovação através de parcerias
Cristiano Borges
Os biocombustíveis representam uma fonte importante de combustível para o futuro. O etanol das plantações de alimentos e o biodiesel de óleos de plantas funcionam como um ponto de entrada, mas possuem potencial limitado para uma redução adicional no custo e podem estar limitados por considerações sobre o uso da terra. Novos combustíveis baseados na conversão de biomassa têm o potencial de superar estas limitações enquanto proporcionam reduções maiores em CO2. 

As atividades de pesquisas atuais estão procurando formas de usar resíduos da biomassa ou material de lixo orgânico para produzirem combustíveis para o transporte. Além disso, para a desvinculação da produção de combustível da produção de alimentos, estas vias têm um potencial maior para reduzir o custo atual dos biocombustíveis, com relação à gasolina e ao diesel. Um exemplo de um biocombustível avançado para uso na gasolina, que, agora, está próximo da comercialização é o etanol lignocelulósico. A Shell formou uma parceria estratégica com a IOGEN, que é líder nesta tecnologia, para fazer o seu "eco-etanol" (TM) uma realidade comercial. 

A Shell também participa no B-BASIC, um consórcio de universidades, instituições de pesquisa e indústrias localizadas nos Países Baixos (www.b-basic.nl). B-BASIC (Química Industrial Sustentável de Base Biológica) enfoca no desenvolvimento de novos conceitos de produção de base biológica para a indústria química e de energia, que estão enraizadas no desenvolvimento explosivo atual em percepções fundamentais na revolução genômica, combinada com tecnologia avançada do bioprocesso e conhecimentos químicos existentes. A pesquisa em B-Basic se beneficia, de forma ideal das últimas inovações na pesquisa Genômica ao usar novas percepções para desenvolver processos que podem converter biomassa em produtos químicos usando biotecnologia industrial.

A Shell também está comprometida com a pesquisa e desenvolvimento para desenvolver os processos Biomassa-para–Líquidos, em que uma matéria prima de madeira é primeiro gaseificada e, depois, convertida em elementos de combustível diesel de alta qualidade. A Shell anunciou recentemente uma parceria com as Indústrias CHOREN, que desenvolveram seu processo patenteado de gaseificação de biomassa Carbo-V® para se tornar um líder no campo de conversão da biomassa – tais como lascas de madeira – em um gás sintético ultra puro sem alcatrão. Este “syngas” (gás sintético) é, então, convertido para um componente avançado de componente de base biológica para uso no diesel, usando tecnologia Shell que se baseia no processo Shell Gás para Líquidos que está em operação há mais de 10 anos. 

Embora promissoras, essas tecnologias ainda precisam comprovar que elas podem ser desenvolvidas para operação comercial. Essas parcerias permitirão o desenvolvimento adicional para garantir que a logística da matéria prima possa ser tratada e compreender impactos ambientais da fabricação de biocombustíveis em grande escala.

través destas parcerias em inovação em biocombustíveis avançados, a Shell estará em uma posição melhor para prever todo o potencial dos biocombustíveis nas próximas décadas.

 

Mecanismos Financeiros e o Mercado de Carbono Japonês
Fabiana Rodrigues - Manager Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro S.A

Etanol : Questões - Chave a Resolver
Luiz Carlos Corrêa Carvalho - CANAPLAN