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SIMBIO 2007
Caso haja interesse em alguma palestra não disponível, envie email para simtec@simtec.com.br
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Abertura: Trajetória, Contexto e Perspectivas do III Simbio
Edílson Pedro – Geopi/Unicamp |
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Cenários e Fronteiras da Biotecnologia e dos Biocombustíveis
Prof. Dr. Marcos A. Sanches Vieira - PMGCA/UFSCar - Diretor Executivo da RIDESA |
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Política Industrial e Lei de Inovação, Impactos e Perspectivas no Agronegócio
Dr. Carlos Américo Pacheco - Secretário Adjunto de Desenvolvimento do Governo do Estado de São Paulo |
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Política de Desenvolvimento da Biotecnologia: Cenários e Estratégias da Embrapa para Agroindústria e Agroenergia
Dr. José Geraldo Eugênio de França - Diretor-Executivo da Embrapa.
A Biotecnologia representa um forte componente da agenda de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa. Esforços e recursos substanciais vem sendo investidos ao longo dos anos em projetos envolvendo culturas alimentares e produtoras de matérias primas, a exemplo da soja, algodão, milho, arroz, tomate, batata, entre outras. Os principais esforços foram despendidos em pesquisa envolvendo marcadores moleculares, seleção assistida por marcadores, genômica e modificação genética. A partir de 2003, quando a agenda para o tema agroenergia foi posta de forma clara como uma das vertentes tecnológicas do Governo Brasileiro, a Embrapa, engajou-se neste esforço e liderou a elaboração do Plano Nacional de Agroenergia, documento que indica as principais diretrizes e agenda de viabilização de pesquisa & desenvolvimento e contempla, inclusive, a criação da Embrapa Agroenergia.
A Embrapa coloca-se como uma das instituições líderes no uso de técnicas biotecnológicas visando atender demandas específicas da indústria, a exemplo de resistência a pragas e doenças nas culturas energéticas e que atendam a qualidade das moléculas consideradas matérias primas para a produção de biocombustíveis a exemplo dos lipídeos e carboidratos. |
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Política de Agroenergia e Biocombustíveis: Cenários e Estratégias da Petrobrás
Dr. Júlio César Pinho – Coordenador de Biocombustíveis da Petrobras |
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Iniciativas da FAPESP e do Governo do Estado de São Paulo em Biotecnologia
Dr. Carlos Brito Cruz – Diretor Científico da FAPESP |
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Lei de Biossegurança
Dra. Luciana Di Ciero – Diretora Científica da ANBio
A Lei de Biossegurança LEI Nº 11.105, DE 24 DE MARÇO DE 2005, regulamente a manipulação, uso, transporte e comercialização de organismos geneticamente modificados no Brasil. Esta lei se refere a organismos transgênicos e também ao uso de células tranco embrionárias. Esta Lei estabelece normas de segurança e mecanismos de fiscalização sobre a construção, o cultivo, a produção, a manipulação, o transporte, a transferência, a importação, a exportação, o armazenamento, a pesquisa, a comercialização, o consumo, a liberação no meio ambiente e o descarte de organismos geneticamente modificados – OGM e seus derivados, tendo como diretrizes o estímulo ao avanço científico na área de biossegurança e biotecnologia, a proteção à vida e à saúde humana, animal e vegetal, e a observância do princípio da precaução para a proteção do meio ambiente. |
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Shell & Biocombustíveis de 2a geração
J. M. van der Eijk, J.-P. Lange, L.A.M. van der Wielen, C.Borges |
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Otimização da Fermentação com o uso de Cepas de Leveduras Melhoradas
Dra. Elisabete Vicente /USP |
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Fermentações intensificadas e com extração do produto final
Dr. Silvio Andrietta - Unicamp
A fermentação alcoólica no Brasil vem evoluindo com o passar dos anos. Na década de 60, os principais processos utilizados para obtenção de etanol era o clássico ou o de corte, os quais possuíam baixa produtividade e rendimento. Nos anos 70, com o advento do Programa do Álcool, estes processos foram substituídos por processos batelada-alimentada com recuperação do fermento do ciclo anterior, o tornou possível dobrar a produtividade das destilarias. Nos anos 80 surgiram os primeiros processos de fermentação alcoólica, denominados de primeira geração. Estes processos eram, em sua maioria, adaptações baratas de processos bateladas existentes nas Usinas. Por serem feitos normalmente sem critério e nenhuma base de engenharia estes processos apresentaram muitos problemas que acabaram criando um preconceito com os processos contínuos que permanecem até hoje. Nos anos 90, surgiram os processos de segunda e terceira geração, muito mais seguros e elaborados com base em elementos de engenharia e respeitando o comportamento cinético da levedura.
No últimos anos, a evolução dos processos industriais de fermentação alcoólica, sejam eles contínuos ou batelada, foram otimizados de forma que os mesmos estão chegando no seu limite de eficiência e produtividade, tornando necessário uma evolução nos conceitos de projeto para que novos avanços na área de produtividade e na diminuição de custo de produção possam ser atingidos.
Neste campo, dois sistemas vêm sendo estudados, sendo eles: processos extrativos e processos com leveduras auto-imobilizáveis. O objetivo dos dois processos são os mesmos, baixar custo e aumentar a produtividade. No caso do processo extrativo o aumento de produtividade é buscado, diminuindo-se a concentração de etanol no material em fermentação, o que aumenta a velocidade de conversão e permite obter vinhos com alta concentração de sólidos solúveis, diminuindo o volume de vinhaça obtido e consequentemente o custo de distribuição da mesma.
No processo com célula auto-imobilizada, o ganho de produtividade é alcançado pela maior quantidade de células presentes no reator, onde a formação de leitos possibilita acelerar a conversão de ART em etanol. Por não precisar de separadoras centrífugas para separar o fermento e não utilizar tratamento ácido, este processo diminui o custo de processamento para obtenção de etanol. |
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Projeto Bioetanol: Efetividade das enzimas na hidrólise da biomassa da cana-de-açúcar
Dra. Elba P. S. Bon - Instituto de Química - UFRJ
O Projeto Bioetanol, financiado pelo MCT – FINEP, tem a finalidade de desenvolver a tecnologia para a produção de etanol utilizando o bagaço e a palha da cana-de-açúcar. Os trabalhos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico incluem as seguintes áreas: caracterização da matéria prima, pré-tratamento, hidrolise enzimática, produção das enzimas, fermentação dos xaropes de açúcares obtidos, otimização energética e do uso da água e destino dos efluentes. O Projeto esta sendo desenvolvido por uma rede de mais de quinze instituições de ensino e pesquisa brasileiras, contando também com colaboração internacional. |
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Projeto Bioetanol: Evolução da Hidrólise Enzimática
Dr. Jaime Finguerut - CTC
Serão mostradas as principais necessidades de evolução no processo enzimático para que esta opção seja viabilizada para uso no Brasil.
A hidrólise enzimática, ou processo de conversão do bagaço da cana em açúcares fermentáveis, depende de que primeiramente o material esteja apto ao ataque enzimático ou seja de que a enzima consiga atingir as microfibrilas de celulose. Para isso é necessário um pré-tratamento. Em seguida é necessário usar as enzimas mais viáveis possível ou seja que tenha o menor custo na sua atividade. Finalmente o processo de hidrólise tem de ser otimizado usando as melhores estratégias, de forma a minimizar o custo do capital e maximizar a obtenção dos açúcares fermentáveis.
Da mesma forma que o processo de produção de álcool a partir dos açúcares evoluiu consideravelmente nos últimos 30 anos a hidrólise enzimática irá evoluir ligada a Curva de Aprendizado que ocorre infalivelmente após o início da produção. |
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Obtenção de etanol, biodiesel e biogasolina pelo processo BTL
Dr. Ademar H. Ushima – IPT
O Brasil apresenta um potencial inigualável no mundo para produção de energia renovável, principalmente biomassa. A utilização desta energia, atualmente, está restrita a fins térmicos de aquecimento e geração de vapor. Uma forma alternativa, com valor agregado muito maior, está na conversão da biomassa em combustíveis líquidos, semelhantes aos gerados na indústria petroquímica, como metanol, gasolina, diesel etc. via tecnologias BTL (Biomass to Liquids). Esta tecnologia consiste na gaseificação da biomassa e conversão do gás, via processos catalíticos, em combustíveis líquidos, ampliando significativamente o campo de aplicação da energia contida na biomassa, sem impactar no efeito estufa. |
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Novas Variedades para Fronteiras Agrícolas do CTC
Arnaldo José Raizer – CTC |
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